sábado, 29 de agosto de 2009

Ela vive correndo por ai atraz de coelhos brancos,
De uma hora para outra, se rezume a uma pequena criatura, do tamanha de uma carta de baralho,
Outras vezes, pode tanto, que fica grande, grande, com uma casa.
Ela conversa com a lagarta fumadora de narguile.
Ama como ninguem um gato, de listras extravagantes, cheio de maluquicesses
Vive intensamente.
Se encanta pelas coisas mais simples.
Tudo que sonha é com um divertido chá.
Onde nao exista hora de parar, onde nao tenha limites, des de que seus amigos estejam lá.
O tempo passa e a menina sapeca, nao se cansa de aprontar,
Vive, pela diversao.
Mas ela sabe a hora de parar. Ela sabe quando precisa voltar.
Se o princepe chamar, nao tem porta pequena, fechada ou aberta, que a faça parar.
Ela sente orgulho pois ele tambem compartilha dessa felicidade com ela...
Diz para o "tio" que é lindo, pois sabe que isso trara uma felicidade muito grande.
A menina acredita que sua felicidade existe quando passeia por la, mas é quando volta e encontra seu princepe de cabelo da cor do trigo que as lagrimas caem, tudo começou um belo dia, dito um eu te amo tradicional, vem a resposta, "eu te amo tumbém"

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